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Project Spectrum: Tudo o que Sabemos
Quando um novo jogo é revelado na Gamescom, você geralmente pode dizer de imediato se é apenas mais um shooter ou algo que realmente pode sacudir a cena. Project Spectrum caiu no segundo campo. O anúncio veio da Team Jade, o estúdio por trás do recente reboot de Delta Force, e desde o início, se destacou. Isso não é o seu shooter tático comum. Em vez disso, Project Spectrum combina ação baseada em esquadrão com horror psicológico, criando algo super incrível. Então, o que exatamente é esse projeto misterioso? Vamos quebrar tudo o que sabemos sobre Project Spectrum até agora.
O que é Project Spectrum?

Project Spectrum é um próximo jogo de tiro em primeira pessoa tático free-to-play da Team Jade. O jogo promete uma mistura de estratégia, sobrevivência e horror psicológico, colocando os jogadores em estranhos campos de batalha conhecidos como Zonas Ember.
História

A história de Project Spectrum ainda está sob sigilo, mas já sabemos os básicos. Você joga como um Operador, o líder de um esquadrão enviado para lugares perigosos chamados Zonas Ember. Essas zonas não são locais normais. Elas foram distorcidas por algo conhecido como a Ember, uma força estranha que dobra a realidade e espalha corrupção por onde passa.
Uma vez dentro, nada parece seguro. Ruas se desintegram, prédios mudam, e sombras não agem como deveriam. Além disso, você terá que enfrentar monstros nascidos da Ember, esquadrões rivais que querem você morto e perigos naturais que podem tirar você se não for cuidadoso. Cada viagem a uma Zona Ember é arriscada, e a sobrevivência nunca é prometida.
Então, qual é o quadro maior? É aí que o mistério começa. O jogo se concentra em descobrir o que a Ember realmente é, por que ela continua a se espalhar e como ela altera qualquer um que se aproxima demais dela. No entanto, em vez de uma campanha única e roteirizada, a história é contada por meio de uma série de missões e corridas de sobrevivência.
Cada vez que você mergulha em uma zona, você traz de volta peças do quebra-cabeça, documentos, pistas ou apenas as experiências que seu esquadrão sobrevive. Por causa disso, a história se sente menos como uma história dirigida por cenas e mais como um mistério em andamento que você desvenda lentamente. Com cada missão, você aprende algo novo, e isso mantém o perigo da Ember tão emocionante quanto é aterrorizante.
Gameplay

O gameplay é onde Project Spectrum realmente se destaca. Em vez de ser apenas mais um shooter, ele mistura sobrevivência, táticas e horror em algo fresco. Primeiro, há a construção do esquadrão. Você não apenas escolhe um personagem e pula dentro. Em vez disso, os jogadores recrutam e constroem um esquadrão completo de Agentes, cada um com suas próprias habilidades e papéis. Alguns podem se destacar em suporte, enquanto outros se concentram em poder de fogo ou táticas de sobrevivência. Trabalhar juntos não é opcional; é a única maneira de sair vivo nesse FPS.
O jogo também apresenta o sistema de PvPvE assimétrico. Isso significa que os jogadores lutarão contra inimigos da IA e jogadores reais ao mesmo tempo. De um lado, você tem as criaturas distorcidas criadas pela Ember. Do outro lado, esquadrões rivais também estão tentando sobreviver. Mas o verdadeiro twist vem com os Executioners, monstros enormes e aterrorizantes que outros jogadores podem controlar. Esses encontros podem virar uma missão, mantendo todos na ponta da cadeira.
O ambiente em si desempenha um papel significativo também. As Zonas Ember não são apenas mapas estáticos; elas estão cheias de perigos, recursos e maneiras de improvisar. Você pode criar, armadilhar e usar o ambiente a seu favor. E então há o sistema de sanidade. Quanto mais tempo seu esquadrão permanece dentro de uma zona, mais suas mentes começam a rachar. Alucinações, paranoia e visuais distorcidos tornam difícil confiar no que é real. Agora, coloque tudo junto, e nenhuma corrida é igual, às vezes táticas, às vezes sobrevivência, mas sempre imprevisível.
Desenvolvimento

Project Spectrum está sendo feito pela Team Jade, o mesmo estúdio que trouxe de volta Delta Force. Eles fazem parte do TiMi Studio Group, que é de propriedade da Tencent, então isso não é um projeto pequeno. O jogo foi mantido em segredo por quase dois anos antes de ser finalmente revelado na Gamescom. O diretor Basil Wang explicou que o objetivo não era fazer apenas outro shooter militar básico. Em vez disso, a equipe queria construir um jogo onde o próprio campo de batalha se sente como um inimigo. É aí que as Zonas Ember entram; elas são lugares que mudam e testam sua capacidade de sobreviver.
Do lado técnico, o jogo é impulsionado pelo Unreal Engine 5, e isso é visível. Pelos vislumbres que tivemos, os visuais já são impressionantes: ruas cobertas de nevoeiro, distorções brilhantes no ar e alguns dos designs de monstros mais assustadores em um shooter até agora. Está claro que o foco não está apenas nas táticas; está em criar um mundo que se sinta assustador, imprevisível e vivo de uma maneira que a maioria dos shooters nem tenta.
Trailer
O primeiro trailer mostrado na Gamescom definiu o tom perfeitamente. Ele começou com uma breve reunião antes de cortar para imagens de gameplay dentro de uma Zona Ember. Vimos Agentes se movendo cuidadosamente por ambientes sinistros, tiroteios contra humanos e monstros, e, mais assustadoramente, um vislumbre de um Executioner gigante.