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10 Melhores Jogos Metroidvania para iOS e Android (setembro 2026)
Procurando os melhores jogos mobile Metroidvania em 2026? Os jogos para celular continuam evoluindo, e os Metroidvania são uma grande parte disso. Esses jogos giram em torno de explorar mapas extensos, desbloquear novos caminhos e encontrar upgrades legais que ajudam a alcançar áreas ocultas. Com ação incrível, design de níveis inteligente e progressão empolgante, eles oferecem algumas das experiências mais gratificantes que você pode ter em um telefone. Para ajudar você a encontrar os títulos Metroidvania mais divertidos, reunimos uma lista dos melhores que podem ser jogados no iPhone e Android agora mesmo.
O que define os melhores jogos Metroidvania para celular?
Nos dispositivos móveis, os melhores jogos Metroidvania são aqueles que combinam controles fluidos, design de níveis inteligente e uma verdadeira sensação de descoberta. A exploração se torna recompensadora quando cada nova habilidade abre caminhos frescos e áreas secretas. O combate também importa! Ele deve ser responsivo e agradável com controles de toque. Bons visuais e som ajudam bastante, mas é o ciclo de gameplay que mantém tudo empolgante. Um layout de mapa sólido, upgrades que realmente mudam a forma de jogar e inimigos que se tornam mais interessantes à medida que avançam — tudo isso faz grande diferença.
Lista dos 10 Melhores Jogos Metroidvania para iOS & Android
Aqui estão os jogos Metroidvania mais empolgantes, bem feitos e divertidos que você pode jogar no seu telefone.
10. Teslagrad
Resolva quebra-cabeças eletromagnéticos em uma torre abandonada gigantesca
Teslagrad se passa dentro desta torre gigante onde tudo funciona com magnetismo. Campos magnéticos vermelhos e azuis empurram ou puxam dependendo se combinam, e essa única ideia alimenta todo o jogo. Salas iniciais fazem você inverter a carga em blocos de metal para deslizar sobre eles ou empurrá‑los para o lado. Contudo, quanto mais você sobe na torre, essas mesmas regras começam a se sobrepor, e de repente você se lança através de lacunas ao se repelir de paredes carregadas, corre por grades magnetizadas no ar e se espreme por espaços estreitos onde os campos lutam contra você.
Além disso, os chefões seguem a mesma lógica magnética, então não dá para simplesmente atropelá‑los balançando. O primeiro chefe, por exemplo, é uma criatura em forma de fornalha em uma esteira, e você precisa carregar caixas de metal com a polaridade correta para que ele as engula. E não há absolutamente nenhum diálogo no jogo inteiro. Sem narração, sem texto, sem cutscenes com palavras. Tudo é contado por meio de teatros de marionetes espalhados pelos ambientes e pistas ambientais ao fundo. Nesse sentido, o jogo força você a realmente observar o que está ao redor em vez de pular caixas de diálogo. A própria torre possui mais de cem salas conectadas para explorar, então há muito o que descobrir.
9. HAAK
Balance-se por um deserto com um gancho elétrico e uma espada
HAAK gira em torno de um gancho, e tudo no jogo é construído a partir dessa única ferramenta. Você se prende a uma superfície, balança, faz um dash no ar e corta inimigos antes mesmo dos pés tocarem o chão. Assim, metade do tempo, mover-se pelos cômodos e lutar são a mesma ação. O mapa está repleto de paredes falsas e pisos ocultos que são fáceis de atravessar se você estiver correndo. Missões secundárias ramificam a partir do caminho principal aqui e ali, e as escolhas feitas nelas realmente moldam o final. Existem múltiplos finais dependendo da rota que você tomou.
Haak está em busca de seu irmão desaparecido, e essa busca o arrasta para um mundo devastado cheio de mutantes e facções subterrâneas. As lutas contra chefões exigem mais que apenas apertar ataques e desviar; é preciso ler padrões e descobrir quando reposicionar com o gancho versus quando lançar um golpe carregado. Além disso, o jogo possui um personagem avaliador que pontua seu desempenho ao final em diferentes categorias, então sempre há motivo para voltar e melhorar.
8. Swordigo
O Metroidvania amigável para iniciantes no celular
Swordigo é gratuito. E não possui monetização agressiva. Portanto, a barreira de entrada é praticamente inexistente. O jogo em si é uma aventura side‑scroll por masmorras, cavernas, florestas e vilas, onde você corta monstros, coleta equipamentos melhores e aprende novos feitiços ao longo do caminho. É incrivelmente acolhedor, especialmente para quem nunca tocou no gênero antes. Ainda assim, há mais sob a superfície do que a apresentação simples indica. Você tem quatro feitiços mágicos que também funcionam como ferramentas ambientais, como relâmpagos que acionam interruptores e bombas que abrem paredes ocultas.
E toda vez que você ganha um novo feitiço, áreas antigas de repente se abrem com caminhos e baús que antes eram inacessíveis. Evoluir após cada combate permite investir em vida, ataque ou magia, e como você distribui esses pontos altera a forma como os encontros se desenrolam. Vale notar que a variedade de equipamentos é limitada, com apenas algumas armaduras e amuletos disponíveis no total. Ainda assim, o ciclo de descobrir uma sala secreta, pegar uma nova arma e sentir imediatamente o aumento de dano é ridiculamente viciante. É minimalista, sem dúvidas. E essa simplicidade também explica por que roda tão suavemente num telefone.
7. Elderand
Combate de fantasia sombria com armas pesadas e criaturas grotescas
Elderand mistura horror lovecraftiano com um RPG de ação side‑scroll, e o combate é brutal. Cada inimigo causa dano forte. Chefões têm múltiplas fases. Se você vacilar no timing, morre antes de reagir. Contudo, a variedade de armas impede que seja um típico grind de hack‑and‑slash. Espadas, adagas, chicotes, machados, arcos, cajados – todos mudam significativamente como as lutas se desenrolam. Uma build de adaga faz você balançar rápido à curta distância, enquanto uma build de cajado permite atacar à distância. Além disso, é possível equipar duas configurações ao mesmo tempo e alternar entre elas durante a luta.
Também, as flechas são limitadas, então focar totalmente em ataques à distância é mais difícil do que parece. E o loot dos inimigos derrotados vai direto para o ferreiro, onde você aprimora armas, tornando cada encontro valioso. Nesse mundo, você pode vagar, provocar lutas, coletar cartas espalhadas por viajantes mortos que aprofundam a história sombria, e tropeçar em salas de chefões quando menos espera. No celular, o toque pode ficar um pouco desajeitado em encontros mais rápidos, por isso recomendo conectar um controlador Bluetooth nas seções mais difíceis.
6. Dandara: Trials of Fear Edition
Salte entre paredes, pisos e tetos em um mundo sem gravidade
Dandara: Trials of Fear Edition elimina completamente a caminhada. Não há movimento esquerda‑direita, nem corrida, nem salto tradicional. O personagem se agarra a uma superfície, você mira em uma direção e ele se lança para a próxima parede ou teto. Cada cômodo vira um quebra‑cabeça espacial onde você salta entre superfícies, desvia de projéteis no ar e repensa como o movimento funciona num side‑scroller. É insano, porque os desenvolvedores originalmente tinham caminhada no protótipo e a removeram ao perceber que o salto sozinho era mais rápido e fluido. Além disso, o personagem se inspira em uma guerreira brasileira do século XVII que lutou contra a escravidão.
O combate funciona da mesma forma, então você ataca enquanto se agarra ao teto com inimigos disparando do chão abaixo. Exige consciência espacial em todas as direções ao mesmo tempo. Morre e volta ao último acampamento, e o sal que você deixou cair pode ser recuperado se chegar ao ponto onde caiu. A mecânica de movimento foi originalmente projetada para telas sensíveis ao toque, e isso fica evidente. É um dos raros casos entre os melhores Metroidvania para iOS e Android onde a versão para telefone é, possivelmente, a experiência ideal.
5. Carrion
Um horror invertido onde o monstro é seu personagem
A maioria dos side‑scrollers faz você lutar contra alguma criatura aterrorizante. Carrion faz o oposto. A criatura é quem você controla, uma massa retorcida de tentáculos e dentes presa dentro de uma instalação subterrânea. Seu objetivo é simples: escapar. Então você rasteja por dutos, arromba portas e consome cada cientista ou soldado que ficar entre você e a liberdade. À medida que a criatura come mais, ela cresce e ganha novas habilidades. Contudo, quando fica grande demais para passar por um corredor estreito, há poços específicos espalhados pelo mapa onde ela pode descartar massa e encolher novamente.
Assim, o tamanho da criatura é algo que você gerencia constantemente, pois diferentes habilidades estão vinculadas a diferentes formas. De fato, algumas das seções mais difíceis exigem trocar de tamanho várias vezes na mesma área. A criatura também pode ficar invisível em sua forma menor, ajudando a passar despercebida por grades de detecção. Além disso, não há mapa. Zero ajuda de navegação. Portanto, o layout da instalação precisa ser memorizado enquanto a criatura avança por corredores, dutos e passagens subaquáticas que se interconectam.
4. Super Mombo Quest
Salte em inimigos, encadeie combos e limpe salas em alta velocidade
Super Mombo Quest é surpreendentemente viciante. O mapa é dividido em centenas de salas pequenas, e em cada sala o objetivo é simples: pular na cabeça de cada inimigo antes que o temporizador do combo chegue a zero. Você aterrissa em um inimigo, o temporizador inicia, e então é uma corrida para encadear o próximo golpe antes que expire. Coletar gemas ao longo do caminho adiciona um pouquinho de tempo extra ao temporizador. Por isso, há uma pressão constante para mover-se mais rápido, pousar com inteligência e limpar a sala em um único streak. Quando o texto “Mombo Combo” surge na tela após limpar a sala inteira, é extremamente viciante.
Além disso, esses combos liberam moedas douradas que desbloqueiam seções do mapa, dando um motivo sólido para buscar a perfeição em cada sala. Não há armas aqui. Todo o combate gira em torno de pular em inimigos, deslizar nas paredes entre plataformas e dar dash no ar. É tudo baseado em momentum, e quando o ritmo encaixa, cada sala se torna um playground. Por fim, o jogo é free‑to‑play, e considerando quanto há para fazer, isso é um grande acerto.
3. Blasphemous
Um dos Metroidvania mais difíceis para Android e iOS
Em Blasphemous, você carrega uma única espada por toda a jornada, e tudo gira em torno de quão bem você a maneja. Portanto, o combate aqui é lento, deliberado e muito punitivo. Você pode desviar, aparar e contra‑atacar, e cada tipo de inimigo tem seu próprio ritmo de ataque que você precisará estudar antes de engajar. Acertos corpo a corpo acumulam um recurso que permite lançar habilidades mágicas, então há um impulso natural para jogar de forma agressiva mesmo quando os inimigos são assustadores. E as execuções que você desencadeia em inimigos enfraquecidos são brutais, sequências animadas à mão que eu realmente aguardo a cada vez.
A própria espada pode ser aprimorada em santuários específicos espalhados pelo mapa, o que abre novas possibilidades de combate à medida que você avança. Além da espada, há itens equipáveis como contas e relíquias que ajustam as capacidades do personagem de forma sutil. Vale notar que este também é um mundo interconectado com caminhos ramificados, salas secretas e encontros com chefões que exigem aprender cada padrão de ataque e reagir em frações de segundo. Blasphemous no celular, com todo o DLC incluído desde o início, é facilmente um dos Metroidvania mais pesados e envolventes que você pode jogar no telefone.
2. Dead Cells
Combate roguelike misturado com exploração Metroidvania em uma ilha amaldiçoada
Dead Cells combina dois gêneros que parecem conflitar. Roguelikes são sobre tentativas aleatórias e permadeath, enquanto Metroidvanias dependem de mapas interconectados e bem projetados. Dead Cells de alguma forma faz ambos funcionarem juntos. Seu personagem acorda no início de cada tentativa em uma ilha assolada por pragas, pega as armas e habilidades disponíveis e luta por áreas geradas proceduralmente cheias de inimigos, armadilhas e saídas ramificadas. Quando você morre, a tentativa termina e você volta ao início.
Entretanto, certas moedas coletadas durante cada tentativa são mantidas entre mortes, e podem ser gastas em upgrades permanentes como novos projetos de armas, melhorias de frascos de vida e aumentos de atributos. Assim, até uma tentativa fracassada contribui para as próximas de forma que vale a pena. O combate é rápido e responsivo. No celular, a versão oferece dois esquemas de controle: um layout tradicional de botões virtuais e um modo auto‑hit que executa ataques automaticamente enquanto você foca no movimento. Ambos funcionam bem, e as opções de personalização de posicionamento dos botões são extensas. Dead Cells também está disponível via Netflix Games no iOS, então assinantes podem acessá‑lo sem custo adicional.
1. Prince of Persia: The Lost Crown
O Metroidvania mais polido a chegar a uma tela sensível ao toque
Prince of Persia: The Lost Crown resolveu algo que irrita jogadores de Metroidvania há anos. Na maioria dos jogos desse tipo, você se depara com um caminho bloqueado e pensa “ok, volto aqui depois quando tiver a habilidade certa”. E então você esquece. Sempre. Lost Crown tem um recurso onde você pode tirar uma captura de tela de qualquer ponto e fixá‑la diretamente no mapa. Assim, quando finalmente desbloquear um dash aéreo ou teleporte, abre o mapa, vê a imagem real de onde ficou preso e volta direto. É uma ideia tão simples, mas não acredito que tenha demorado tanto para um jogo fazer isso corretamente.
E o combate aqui rivaliza com a exploração em qualidade. Sargon luta com combos de espada que se encadeiam em acrobacias aéreas, aparos e cancelamentos de dodge, tudo fluindo em sequências rápidas. Depois, há habilidades ligadas à manipulação do tempo, como colocar um marcador no chão, avançar e então voltar ao marcador exato no meio da luta. Ou dash através de inimigos e obstáculos no ar. Essas habilidades servem tanto ao combate quanto à travessia. A versão móvel, acrescento, também inclui opções de acessibilidade como auto‑parry e desaceleração do tempo para quem acha a precisão do toque difícil.
FAQs
Preciso de um controlador Bluetooth para jogar esses Metroidvanias no meu telefone?
Não, e todos os jogos desta lista podem ser jogados apenas com os controles de toque. Contudo, títulos como Blasphemous e Dead Cells envolvem parries rápidos e timing de dodge, então um controlador pode tornar esses momentos muito menos frustrantes. Prince of Persia: The Lost Crown e Carrion lidam bem com o toque por conta própria, e Swordigo foi projetado para celular desde o início, então funciona confortavelmente sem hardware externo.
Qual desses jogos devo experimentar primeiro se nunca joguei um Metroidvania?
Eu recomendaria Swordigo ou Prince of Persia: The Lost Crown. Swordigo introduz o gênero de forma gradual, com ritmo suave e direção clara, então você nunca fica perdido ou sobrecarregado. Prince of Persia: The Lost Crown é um jogo maior, mas possui recursos de acessibilidade integrados como auto‑parry e desaceleração do tempo que suavizam a curva de dificuldade para iniciantes. E o recurso de captura de tela no mapa ajuda a rastrear onde ir a seguir, o que resolve metade da batalha nesse gênero.
Algum desses está disponível gratuitamente via Netflix Games?
Sim. Dead Cells: Netflix Edition está disponível sem custo extra para assinantes da Netflix tanto no iOS quanto no Android. Além disso, a versão Netflix inclui todos os pacotes DLC desde o início, então você obtém a experiência completa. Se já tem assinatura da Netflix, essa é uma forma fácil de começar sem gastar nada a mais.
Posso jogar esses jogos sem conexão à internet?
Todos os jogos desta lista podem ser jogados offline. Prince of Persia: The Lost Crown foi especificamente anunciado como uma experiência totalmente offline, e Blasphemous, Carrion, Swordigo e os demais também não exigem conexão. Portanto, seja em um voo ou em um local com sinal instável, você está coberto.
Quanto custam normalmente esses Metroidvania mobile?
Os preços variam, mas a maioria fica bem abaixo do que você pagaria em um console. Blasphemous custa cerca de US$ 7,99, Carrion oferece uma demo gratuita antes de comprar a versão completa, e Prince of Persia: The Lost Crown tem um teste gratuito também, com desbloqueio total por cerca de US$ 9,99. Swordigo e Super Mombo Quest são gratuitos com compras opcionais ou custam menos de US$ 5. Dead Cells está disponível como compra única ou gratuitamente via Netflix.
Qual jogo desta lista é o Metroidvania mais difícil em 2026?
Blasphemous e Dead Cells provavelmente são os mais desafiadores aqui. Blasphemous aposta pesado no lado Souls‑like dos Metroidvania, o que significa inimigos que causam dano alto e padrões de chefões que exigem paciência e memorização. Dead Cells adiciona permadeath a isso, então uma corrida falha te devolve ao início. Ainda assim, ambos são justos na forma como desafiam, e a satisfação de limpar uma seção difícil compensa o esforço.
Qual desses jogos oferece mais conteúdo e tempo de jogo?
Dead Cells lidera em replayability porque cada corrida gera um layout diferente, e os pacotes DLC adicionam novas áreas, armas e inimigos ao jogo base. Prince of Persia: The Lost Crown tem cerca de 20 horas na trilha principal, com mais tempo se você buscar segredos. Blasphemous com todo o DLC incluído também é uma experiência robusta. No lado mais curto, Carrion pode ser concluído em algumas horas, mas é denso e bem ritmado para essa duração.
Dandara: Trials of Fear Edition é muito diferente dos Metroidvania tradicionais?
Completamente. Dandara não usa movimento convencional esquerda‑direita. Você salta entre superfícies em todas as direções, incluindo paredes e tetos, então o mapa inteiro se desenrola de forma diferente de qualquer outro título desta lista. Pode parecer desorientador no início, mas quando a mecânica encaixa, a exploração se abre de um jeito único para este jogo.











